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O MENINO QUE QUERIA SE ENCONTRAR COM DEUS

Recebi esse texto de minha mãe, achei lindo e vou compartilhar no site. Muitas vezes é a mensagem que precisamos ler para melhorar nosso dia.

Espero que hoje seja para você.

Abraços




  (autor desconhecido)

 Havia um  menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente. Um dia, porém, encheu a sua mochila com pastéis e guaraná e saiu para brincar no parque.
Ele havia andado apenas umas três quadras, quando encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto a ele, abriu a sua mochila e, quando ia tomar um gole de guaraná olhou o velhinho e viu que ele estava com fome. Ofereceu-lhe então, um pastel.
O velhinho, muito agradecido, aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo. Então ele ofereceu-lhe o seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.
O menino estavamuito feliz.
Ficaram sentados ali, sorrindo, comendo pastéis e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falar um com o outro.
Quando começou a escurecer o menino, cansado, resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. Nesse momento, o velhinho deu-lhe um grande sorriso... o maior que o menino já havia recebido.
Quando o ele entrou em casa, sua mãe, surpresa, ao ver a felicidade estampada em sua face, perguntou:
_ O que você fez hoje que o deixou tão feliz assim?
Ele respondeu:
_ Passei toda tarde com Deus e, acrescentou: Você sabe, Ele tem o sorriso mais lindo que eu jamais vi outro igual.
Enquanto isso, o velhinho chegou à sua casa com o mais radiante sorriso que despertou a atenção de seu filho que lhe perguntou:
_ Por onde você esteve que está tão feliz?
E o velhinho respondeu:
_ Comi pastéis e tomei guaraná, na praça, com Deus.
Antes que seu filho pudesse dizer algo, falou:

_ Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?

Imagem (foto) retirada do Google

Retorno ao trabalho, cansaço dobrado!

Quando voltei ao trabalho achei que fosse morrer, isso mesmo é essa a palavra certa, sem exageros. Sentia-me exausta e sem rumo. Não sabia direito para que direção ir, andava muitas vezes de carro sem saber o que estava fazendo e quando dava conta estava na garagem de casa. Se anjo da guarda existe, o meu trabalhou muito nessa época.

Tinha momento que eu pensava “não dou conta, não consigo”, minha mente e meu corpo estavam cansados e isso tudo, ou boa parte por causa da privação do sono nesse período.

Eu esquecia as coisas, cadê minha bolsa, sumiu meu cartão do banco, onde está a chave de casa, só não esquecia o bebê.

Essa é outra parte preocupante, por que você chega do trabalho exausta e seu bebê está aguardando muitas vezes irritado, cansado, com saudades e com certeza você tem que dar 100% da sua atenção a ele.

Sem esquecer do marido que se não for cooperativo pode gerar conflitos no casamento, e o cachorro, a casa, o que falta para comprar para estocar a despensa, a sua babá ou sua ajudante do lar que sempre enlouquecem com alguma informação inoportuna. Telefone que toca na hora errada, visita que você não está esperando.

E você, cadê seu tempo?

Isso é malabarismo.

Ter muitos papéis pode ser frustrante, ainda mais para mães de primeira viagem que acham que o mundo vai acabar.

Mãe que trabalha fora sente muita culpa em deixar a criança com outra pessoa. Ficamos imaginando se o bebê vai sentir nossa falta, se vai nos esquecer, se vai gostar mais da babá do que de mim, etc.

Você inclusive acha que não faz nada 100% correto no trabalho, em casa, na rua, temos aquela sensação de que não vamos dar conta, vou ter um ataque do coração!

Mas calma, hoje posso responder, tudo isso passa, mas vale algumas dicas para ajudá-la a enfrentar esse período:


1 – O papel do pai e marido.
Não seja possessiva, chame seu marido para ajudá-la a dar banho no bebê, trocar a fralda, escolher a roupa, arrumar o berço para dormi, fazer a mamadeira, etc. Pode ter certeza a maior beneficiada será você. Se você pode trabalhar em período integral e ainda chegar em casa e cuidar do bebê e da casa, seu marido também pode. Ele não vai morrer de cuidar do bebê por alguns instantes até você tomar seu banho, relaxar, fazer a janta. Elaborem um plano, principalmente no período que vocês tiverem que acordar a noite para dar a mamadeira, agora se for peito, infelizmente é melhor deixa-lo dormir e assuma essa tarefa sozinha. De que adianta dois “zumbis” no dia seguinte. Mas dividam as tarefas, se um lava a louça o outro lava a roupa. Se um cuida do bebê o outro faz a janta. Nada de um ficar sobrecarregado e o outro vendo TV, lendo jornal ou revista ou no computador, isso é frustrante para quem está com excesso de tarefas. Inclusive pode levar o casal a iniciar o rancor, o desgaste, o resto vocês sabem o que pode acontecer.


2 – Babás, creches, avós (sem dúvida a melhor alternativa)
Acho o ideal deixar com a vovó, mas se você não tem essa opção, como eu não tive, comece a procurar antecipadamente por creches e babás, é muito importante que você analise as opções. Se sua opção for babá, faça pesquisa, solicite referencias, não contrate por que tem carinha boa ou por que já tem netinhos, já recentemente o caso nos jornais da babá que tinha netos e batia em uma criança de 7 meses e outra de dois anos. Uma boa opção é a babá começar a trabalhar antes de você voltar da licença-maternidade, a nossa babá começou quando o Júnior tinha 45 dias e fiquei “colada” nela até o 5º mês de vida dele, isso fez com que eu criasse confiança nela e educasse a mesma sobre meus modos. Fique muito atenta, coloque câmeras de segurança na casa, reveja as filmagens. E boa sorte com a escolha. Agora se a opção for escolinha, vá para frente das escolas, conversem com as mães, elas adoram falar, falar, falar, indicar, contestar, aproveite e obtenha muita informação.

3 – Nada de neuras, a casa pode ficar “sujinha” sim!
Conheça suas prioridades, não vai se matar de tanto trabalhar, mães que trabalham fora chegam em casa e tem o filho para cuidar, louça para lavar, roupa para passar, cachorro para alimentar. Cuidado, você pode ficar doente. Se puder pagar por uma faxineira, faça isso, uma vez na semana para ajudá-la a manter a casa limpinha. Se não puder peça ajuda, isso mesmo, peça ajuda a mãe, sogra, cunhada, vizinha, amiga, e ao maridão. Sempre está em tempo de eles aprenderem a passar roupa. A janta fica por conta do marido, se ele não quiser cozinhar tudo bem, vai dar banho no bebê. Criem uma rotina de tarefas dentro e fora de casa. Ambos trabalham e os dois estão cansados, mas eu garanto, o maior cansaço/esforço é seu, então peça ajuda.

4 – Se você está em casa, pense na casa, se está no trabalho pense no trabalho e claro, olhe a fotinho do seu filho em cima da mesa, pode ter certeza que vai dar um “up” no seu astral. Não lamente estar trabalhando, essa foi sua opção ou por que gosta ou necessidade, então não reclame, isso vai piorar a situação. Se puder ajudar segue uma informação, foi realizada uma pesquisa e mulheres que ficam em casa 100% com as crianças tem maiores chances de serem depressivas e de se isolar da sociedade. Bem como as mães que optaram em trabalhar acabaram oferecendo aos seus filhos melhores opções de vida. Fique calma, seu desespero vai passar, o meu demorou 6 meses.

5 – Seja pratica. Se quiser amamentar depois que voltou ao trabalho, comece por treinar a retirada do leite de forma manual, use aquelas bombinhas manuais ou elétricas (usei a elétrica foi uma maravilha, consegui até 1 litro de leite materno congelado), quando eu estava no trabalho, minha consciência doía “pouco” só de pensar que o Júnior estava mamando meu leite, quando chegava em casa dava o peito e tudo se resolvia. Lembre-se que no Brasil as grávidas podem sair 1 hora mais cedo para amamentar, isso até a criança completar 6 meses. Vale uma dica: use protetor de seios, tem de várias marcas e vários modelos, isso vai evitar constrangimentos no trabalho e na rua, pois muitas mulheres que estão amamentando só de escutar um bebê chorar o peito começa a pingar leite.

6 – Pense em você!
Isso mesmo só falamos de casa, bebê, escolinha, vovó, trabalho..., e você? Não é fácil, mas você também vai precisar de recarga. Cuide de seu cabelo, de suas unhas, vá academia, ou caminhe no parque com o bebê no carrinho, porque não?! Converse muito com outras mulheres que passaram pela maternidade, pois muitas mamães de primeira viagem se sentem perdidas, feias, gordas, não fique assim, você é linda, mãe, é uma heroína. Uma vez aconselhei uma colega a pegar o ônibus dois pontos acima do nosso trabalho, ela fez isso por 03 meses e emagreceu 5 quilos. Estava realizada e muito feliz. Não se entregue. Cuide de você, seu filho precisa de você e não da vovó e do papai.

O primeiro mês que voltamos para o trabalho é muito triste, choramos e nos lamentamos a todo o momento. Mas passa, agüente firme. Você se acostuma a ficar longe do seu filho.
E tudo isso vale a pena por que você vai perceber que é uma mulher multifacetada, uma excelente trabalhadora e uma magnífica, amorosa e envolvida mãe.


Voltando ao Trabalho

Você descobre que está grávida, fica radiante e acha que a vida vai ser a mesma. Enganou-se! Eu sempre achei que conseguiria levar de forma tranqüila a maternidade e o trabalho, até chegar o dia que tive que retornar da licença-maternidade. Literalmente SURTEI!

Como passaria tanto tempo longe de meu bebê, isso era inaceitável. E ele ficaria bem? Ia me esquecer? Trocar-me pela babá? Não gostar mais de mim? Sentir rejeição quando eu chegasse em casa? Estaria bem cuidado? Banho tomado? Fralda trocada? Sentiria minha falta, do peito, do meu cheiro, meu abraço? Nossa eu quase enlouqueci. Confesso que mesmo hoje ele tendo 1 ano e 6 meses eu continuo com muitas interrogações.

Comecei “meu treinamento” alguns dias antes, afim de adaptar-me a rotina do retorno ao trabalho. É normal você levar um tempo para se adaptar e principalmente aceitar essa nova condição, mãe e “empregada”. Cuidado com as emoções misturadas, a falta de compreensão interna (você acaba se culpando por tudo que acontece) e principalmente atenção para não “agredir verbalmente” ou com olhares “fulminantes” seu marido, amigos, parentes. Eles são as vitimas mais próximas.

Quando eu estava a um mês de meu retorno resolvi praticar minha rotina, isto é, me separar do bebê. Ia ao cabeleireiro, pagar contas em banco, ia ao supermercado e esticava para a farmácia. Tudo que pudesse me manter pelo menos 2 horas fora de casa e em seguida retornava. É verdade que algumas vezes eu sabotava, pois me pegava com lágrimas nos olhos (no meio da rua) sentindo-me culpada por ter deixado “meu príncipe” em casa com a babá. Mas ficava firme, sabia que daqui um mês ia piorar. Nos primeiros dias foi muito difícil, depois fui me acostumando.

O Júnior também sentiu meu retorno ao trabalho, eu chegava em casa e ele apenas com 5 meses (após a licença-maternidade tirei 30 dias de férias), ele não me olhava no rosto. Fingia que eu não existia, isso me matava. Mas aos poucos ele foi se acostumando e cada dia melhorando. Com exceção quando ele chegou aos nove meses e iniciaram-se os gritos e lágrima toda vez que eu me afastava. É uma fase complicada. Para mãe e filho.

Dica 1: Muitas amigas falavam que eu deveria descansar o máximo possível, pois a rotina seria pesada. Eu não fiz isso, e me arrependo, deveria ter dormido toda vez que o Júnior pegava no sono. Eu acordava duas vezes na madrugada para as mamadas, e depois às 6:30h o despertador já tocava, iniciava-se a rotina para o trabalho. Que terminava as 23:30h na última mamada do dia. Vale a pena qualquer descanso, com certeza você vai se sentir renovada.

Não perca suas amizades novas, isso mesmo, quando temos filhos as amizades surgem, isto por que, muitas mulheres estão na mesma condição que a nossa. É como se você entrasse para o clube diferenciado, onde o assunto principal são os filhos, educação, babás, escolas, berçários, médicos, dicas de remédios para cólicas, etc. E principalmente muitas delas já passaram pelo que você nem imagina ainda viver com seu filho. Quando elas me contam os tombos, machucados e aventuras dos pequenos, entro em estado de “choque!” e, claro,  prontidão para que não aconteça com o meu. Mas é dito e feito, chego em casa e a babá sempre me mostra um galo na cabeça, arranhão no rosto, não tem jeito. Moleque é moleque.

Quando retornei ao trabalho, quase enlouqueci com tantas novidades, projetos novos, metas, comissões, funcionários novos, amigos demitidos, etc. Por muito tempo fiquei na mesa coberta de papel para resolver pendências e pensando no Júnior, se deveria pedir demissão ou continuar meu trabalho. Energia gasta a toa.

Pois o Júnior estava muito bem com a babá em casa, alimentado, limpinho e brincando.

Eu tinha uma frase que me deu um “up” por várias vezes “Agora que sou mãe serei uma melhor gestora, voltei para o trabalho melhor e mais feliz, vou dar conta de tudo.” Com isso fui ficando mais disposta a delegar, capaz de pensar em novas estratégias e definitivamente consegui executar várias tarefas ao mesmo tempo. E isso deve-se a tarefa de ser mãe. É o verdadeiro malabarismo.

Seja firme, se você optou voltar para o trabalho por uma questão financeira ou até mesmo uma questão de querer se sentir bem tendo renda, agüente firme!!

Os primeiros meses de trabalho certamente você se sentirá perdida, culpada e com sentimentos a “flor da pele”. Minha amiga psicóloga diz que muitas mães precisam de tempo para se acostumar às novas rotinas, então não se ache diferente e que tudo está acontecendo somente com você. Pois acontece com todas.

Você deve encontrar um equilíbrio saudável entre sua carreira e seu filho. E muitas vezes repensar se vale a pena continuar nesse trabalho ou procurar outro mais leve e flexível. Pois filhos crescem, o tempo passa voando e perdemos muitas “novidades” que eles aprendem no dia a dia.

Encontre um equilíbrio para sua saudade.

Abaixo um pequeno poema do site http://www.minutodesabedoria.com.br/ :

Tempo de Criança
Saudade, Do tempo em que eu ainda
brincava na rua de amarelinha,
Do tempo em que no olhar se via a
inocência e a vontade de viver,
Dos sorriso puros e dos sonhos tão bonitos...
Saudade,
Das bagunças, das traquinagens
e até dos tapas que a mamãe dava,
quando descobria alguma "arte" feita por mim...
Bons tempos os de criança!
Tempo em que tudo era uma brincadeira,
Tudo era alegria
Tempo que não volta mais,
Restando assim, somente lembranças,
Daquele tempo de criança
Que os anos não trazem mais

E que a saudade,
Se encarrega de guardar
Com tanto carinho e amor
Dentro do coração...
Autor Desconhecido  


Trabalho X Maternidade

Sim é um malabarismo.

E quem diz o contrário não passou por essa fase, gerar um filho, ficar em casa dedicando 100% do seu tempo na licença-maternidade e depois voltar ao trabalho, deixando ele (o BEBÊ, seu príncipe) com babá, berçários, avós, ou outros cuidadores especiais. É uma “DOR” imensa.

É a transição mais difícil que passei. Mais complicado do que a transformação do meu corpo com o ganho de 18 quilos na gravidez.

Mas com o tempo descobri, de que nada adiantava eu ficar me sentindo culpada, eu tinha que enfrentar e tomar a decisão, voltar ou não para o trabalho.

É uma decisão difícil, que muitas vezes pode comprometer a renda da família, sabemos hoje que os homens não são mais provedores de toda a renda familiar, a economia mudou, a mulher teve que sair em busca do trabalho, deixar o lar a cargo de uma “secretária do lar”. E foi à luta para ajudar o marido a conseguir melhor posição financeira, lazer, adquiri a casa própria, e muito mais. Bem diferente da maioria de nós que tivemos nossas mães em casa, cuidando da educação e do estudo. Talvez até por isso essa nova geração se sinta perdida, talvez seja a falta da mãe, mas esse assunto podemos discutir depois.

Toda mãe entra no dilema de com quem deixar o filho, se voltar a trabalhar, sempre no final da licença-maternidade sentimos “aquele friozinho na barriga”, uma ansiedade nada boa, lembro bem, meu bebê mamando no peito, dormindo em paz no meu colo e eu chorando, com medo de deixar ele com a babá. Foi terrível, emagreci, fiquei com aparência de cansada e velha, algo que não estava a pouquíssimo tempo atrás, quando ele nasceu.  Vale deixar claro, que quando ele nasceu eu fique esgotada, mas sem preocupação e com o terrível sentimento de “abandono” de meu filho. Foi isso que me machucou muito.

Se você é mãe e deixou o filho em casa ou se ainda vai deixá-lo e retornar ao trabalho, é comum o sentimento de esgotamento e angústia, não se culpe.

No meu primeiro dia de retorno ao trabalho chorei o dia inteiro na empresa, me sentia péssima, não conseguia beber água, não descia nenhum líquido pela garganta, liguei mais de 5 vezes para minha casa, só no período da manhã e na hora do almoço dei uma “incerta” para ver se estava tudo ok. E estava, graças!!!!!

Fiquei bem aliviada para iniciar minha jornada da tarde, mas dei outra “incerta”, apareci mais cedo em casa, aproveitei que podia sair 1 hora antes do trabalho.

O papel de mãe e mulher que trabalha fora de casa é bem conflitante, de um lado nos sentimos valorizadas por ter emprego, ter conquistas profissionais, rendimento financeiro, mas por outro somos atormentadas por ter deixado o bebê em casa, tão pequenos, tão frágeis e tão preciosos.

Não adianta somos puro sentimento, somos coração.

A babá do Júnior começou em casa quando ele estava com 45 dias, está conosco até hoje, mas mesmo assim a sensação é de que “ninguém cuida dele melhor do que eu”. E isso é verdade, por mais que alguém cuide muito bem de seu filho, você sempre vai achar que poderia ter sido melhor, vale isso para a avó que dedica seu tempo, para o pai que tenta trocar a fralda, a babá que cuida dele com carinho e principalmente no berçário, se essa for sua opção.

Conheço várias mães que iniciaram a busca pelo berçário quando o bebê tinha apenas dois meses, elas estão corretas, foram na frente da escola, conversaram com outras mães, visitaram o local, a cozinha, certificaram-se de janelas com grades, se os bebês ficavam em área de mais proteção e isolamento do barulho, etc. Posso afirmar que até o momento todas estão felizes com a escolha.

Um outro fator relevante é a parte física, isso mesmo, além de se preocupar e ficar com dor de cabeça de deixar o filho em casa, pode ter certeza, a sua roupa de trabalho, aquele terninho e as calças não servem mais, ainda estamos na fase de “perda de peso”, estamos nos recuperando da gravidez, e com isso esquecemos de comprar algumas peças novas para o guarda roupa. Levei várias roupas de grávida para a costureira customizar, alterei o tamanho, coloquei um botão diferente, em outra um zíper, laço, elástico, e assim ganhei um guarda roupa novo, e cada vez que coloco essas roupas, tenho uma linda lembrança da minha gravidez, principalmente do Júnior mexendo em minha barriga. A sensação é única, exclusiva e me sinto grata de ter esse, digamos, “sintoma”.

Boa escolha!

Abraços

Preciso sair e agora?

Li em mais de 5 livros sobre como cuidar de bebês, alias no inicio da minha maternidade estava desesperada por soluções, o que fui descobrir é que quase todos as crianças ficam ansiosas sobre a separação, em algum momento da sua fase, embora muito depende do temperamento de seu bebê. E descobri isso sozinha, não em livros.


O que descobri foi que muitos bebês que foram expostos desde cedo a outros prestadores de cuidados, isto é às babás, ficam mais aptos a lidar com as partidas dos pais, em especial da mamãe. Fato alias, que hoje ocorrendo ao contrário com meu filho, que a cada dia chora mais alto e grita meu nome para me convencer a voltar para casa, confesso que fico tentada a voltar.

Mas estou guardando essa oportunidade para a ocasião, se ocorrer, dele estar cansado, com fome ou doente, ai trata-se de um assunto a parte que deve ser tratado de forma diferenciada, não vou deixar meu bebê passando dificuldades e pedindo meu carinho. Entretanto, como a situação não é essa, ceder ao choro e ao pedido “mamãe volta”, apenas piorar as coisas na próxima vez que você precisa para sair. Além disso, seu bebê provavelmente vai se acalmar logo depois que você sair pela porta. Por diversas vezes liguei para a babá logo que sai de casa e lá estava meu “príncipe” brincando, sem ao menos lembrar que eu tinha saído.

Entretanto, aqui está o que você pode fazer para o conforto do seu filho, trata-se de assuntos abordados que estudei em livros e claro o que vale mais minha experiência.

De 6 e 9 meses, o bebê descobre que ele é um ser separado de seus pais, e ele é capaz de distingui-los dos outros pessoas. Sua memória melhorou muito e ele é capaz de recordar as imagens, mesmo quando estão fora de vista, um exemplo pode ser o ursinho de pelúcia ou a bola predileta. Alias excelentes apetrechos que podem substituir a ausência da mãe no momento da separação, quando o bebê se sente “abandonado” tem a tendência de procurar objetos que lhe agradam. A ansiedade da separação é um sinal de que seu bebê sente falta quando você não está lá, e falem, isso não é bom!?

Trata-se de uma fase passageira e, geralmente, começa a diminuir em cerca de 15 meses. Hoje meu bebê tem 11 meses e estou na fase critica de choros e gritos quando eu me ausento.

Estou tentando me acostumar com a idéia da separação junto com meu filho, preparando o mesmo para minha ausência, iniciei em pequena escala, e confesso eu senti mais a falta dele do que ele a minha. Fui até o supermercado sozinha e por alguns instantes ele ficou com a vovó e a babá, e deu certo.

Outra coisa que vc pode fazer em casa mesmo, é colocar seu bebê em uma sala com brinquedos por alguns minutos, depois vá para outra sala. Converse com seu bebê, assim ele saberá que você está por perto, mesmo não à vendo. Se ele se agitar e iniciar os resmungos, não atenda imediatamente, eu sei que é dolorido, mas você está fazendo para o bem do seu filhinho.

Além disso, tente esconder um de seus brinquedos favoritos em um cobertor (e, em seguida, revelando-lo). É a brincadeira do “ACHOU!!”. Esses jogos ajudar a ensinar seu bebê a noção de permanência do objeto e reforçar a idéia de que enquanto você pode ir longe por um tempo, você vai sempre voltar.

Se você já sabe que vai voltar ao trabalho contrate a babá antes do seu retorno, isso fará com que seu bebê aceite de maneira mais fácil e não agressiva que outra pessoa cuide dele. Dessa forma você também pode praticar as saídas rápidas, padaria, supermercado, feira, e aos poucos delegando o seu bebê. Agora se prepare pois bate um ciúmes extra, alias estamos deixando nosso obra mais linda sobre os cuidados de outra pessoas.

Verifique se a babá sabe brinquedos favoritos do seu filho, lanches e diversões, bem como as melhores técnicas calmante. Estes irão ajudar a aliviar a ansiedade do seu bebê.

Seu bebê vai aceitar a sua partida mais fácil se você seguir uma rotina consistente. Você pode dar-lhe uma mamadeira e, em seguida olhar um livro juntos. Quando estiver pronta, beijá-la e ir. E a separação sempre com um sorriso no rosto, pois a sua aparência estressada de deixá-lo pode afetar e perturbar ainda mais seu bebê. O que eu fiz como rotina no meu período de licença-maternidade, era levar e buscar meu marido no trabalho, assim meu bebê ia se acostumando eu sair uma vez de manhã e VOLTAR e outra vez a tarde e VOLTAR.

O mais importante quando você retornar, recebê-lo com um abraço e dizer: "Mamãe está de volta, e eu estou tão feliz em vê-lo." Mas o melhor é seguir o exemplo do seu filho. Se ele está jogando no chão, descer e se juntar a ele. Se ele balbucia, fala junto com ele. Fazendo essas coisas vão ajudar o seu bebê esquecer o quão triste ele estava quando você foi embora - e se concentrar em apenas como ele é feliz quando você está de volta.