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Dermatite de Fralda ou Eritema de Fralda

Fonte foto: veryshareimg.com


Dermatite / Eritema de Fralda

O que é?


O eritema da fralda ou Dermite da fralda é uma inflamação da pele da zona que se encontra coberta pelas fraldas (nádegas e órgãos genitais), que as mães designam habitualmente por assadura.

Que tipos de eritema da fralda existem?

"A dermite mais freqüente da zona da fralda é o eritema simples ou comum, que resulta do contacto prolongado da urina e das fezes com a pele, causando maceração e irritação química, por ação da uréia e das enzimas intestinais aí existentes.
Outras causas de eritema das fraldas são: os fungos (por exemplo, a Cândida Albicans responsável pele Dermite por Cândida ou Candidíase) ou as bactérias que podem infetar secundariamente a pele fragilizada pelo contato prolongado com a urina.
Outras situações menos freqüentes, como a Psoríase e o Eczema, podem também manifestar-se por eritema (tom avermelhado da pele) das nádegas."
Como se manifestam os diferentes tipos de eritema das fraldas?
"O eritema das fraldas manifesta-se sempre por uma alteração da cor da pele que adquire um tom avermelhado, por vezes com descamação local e aparecimento de pequenas ulcerações (feridas). O bebê pode estar irritado, desconfortável e chorar quando urina ou tem uma dejeção, devido ao ardor que a urina e as fezes provocam em contato com a pele lesada.
Na Dermite por Cândida ou Cândidíase, o eritema é de tom vermelho vivo, com um bordo bem delimitado, junto do qual surgem pequenas lesões do mesmo tom. Por vezes é possível encontrar outras lesões causadas pelo mesmo fungo em outras regiões do corpo, onde habitualmente se acumula umidade, como o pescoço, as axilas e outras pregas da pele, ou ainda na cavidade bucal. A candidíase da cavidade bucal tem o aspeto de pequenas manchas brancas, e é habitualmente conhecida por sapinhos.
Devido à dificuldade que pode existir em distinguir outras formas de eritema, o bebê deve ser observado pelo médico quando o problema não se resolve ao fim de dois ou três dias em que se aplicaram as medidas gerais de tratamento do eritema simples."

Quais são os fatores que predispõem ao aparecimento do eritema da fralda?
O risco de aparecimento de eritema da fralda é maior quando as condições de higiene são más, quando se mantém o bebê por períodos prolongados com a mesma fralda molhada ou suja, ou quando o bebê tem diarréia, aumentando o número de dejeções em contato com a pele num dado período de tempo.

O que se pode fazer para prevenir o aparecimento do eritema da fralda?
O eritema da fralda é um problema comum que pode ser evitado através de algumas medidas simples:
  • Mudar a fralda com freqüência, evitando o contato prolongado da urina ou das fezes com a pele
  • Nas mudanças da fralda lavar o bumbum do bebê apenas com água. As  toalhinhas contêm substâncias que podem sensibilizar a pele e devem ser utilizados apenas quando a lavagem com água não é possível (fora de casa). O uso freqüente de sabonetes ou de toalhinhas altera o equilíbrio entre os microorganismos habitualmente presentes na pele e mucosas (flora saprófita), reduzindo o seu papel protetor
  • Após a lavagem secar bem toda a zona da fralda e as pregas de pele onde permaneçam vestígios de umidade, pois as condições de umidade em zonas não arejadas provocam a maceração da pele e facilitam o crescimento de fungos
  • Hoje quase todas as crianças usam fraldas descartáveis. Algumas crianças podem ser alérgicas a determinadas marcas de fraldas, pelo que se deve optar por outra marca se suspeitar de sensibilidade ao tipo de fralda utilizada
  • Quando vestir a fralda deve proteger-se a pele do bebê com uma camada fina de creme à base de vitamina A ou óxido de zinco. O pó de talco não deve ser utilizado pois pode ser irritante para a pele , além de poder prejudicar o aparelho respiratório do bebê se este o inalar no momento da aplicação"
 Como se trata o eritema da fralda?
"O eritema simples trata-se reforçando as medidas de higiene anteriormente referidas, aumentando a freqüência das mudanças de fralda e, principalmente, deixando o bebê sem fralda sempre que possível, pois o contacto com o ar facilita a cura do eritema.
Se a inflamação se agrava, com o aparecimento de pápulas e vesículas, ou se não cede às medidas de higiene, o médico pode prescrever uma pomada com um corticóide. As pomadas com corticóide devem ser apenas utilizadas por indicação médica e durante o tempo por este indicado, porque não é indiferente o tipo de corticóide escolhido e porque alguns problemas de pele agravam com este tratamento.
Nas dermites causadas por fungos, o médico indicará uma pomada antifúngica e se houver uma infecção secundária por bactérias receitará uma pomada contendo um antibiótico.
Logo que desapareçam as lesões e o rubor da pele o tratamento pode ser suspenso, mantendo-se as medidas higiênicas gerais e o uso de um creme de barreira à base de vitamina A ou óxido de zinco."


Fonte: Sweetcare.pt (maravilhosa loja de cosméticos de Portugal, e que envia tudo para o Brasil a preços maravilhosos).

O MENINO QUE QUERIA SE ENCONTRAR COM DEUS

Recebi esse texto de minha mãe, achei lindo e vou compartilhar no site. Muitas vezes é a mensagem que precisamos ler para melhorar nosso dia.

Espero que hoje seja para você.

Abraços




  (autor desconhecido)

 Havia um  menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente. Um dia, porém, encheu a sua mochila com pastéis e guaraná e saiu para brincar no parque.
Ele havia andado apenas umas três quadras, quando encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto a ele, abriu a sua mochila e, quando ia tomar um gole de guaraná olhou o velhinho e viu que ele estava com fome. Ofereceu-lhe então, um pastel.
O velhinho, muito agradecido, aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo. Então ele ofereceu-lhe o seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.
O menino estavamuito feliz.
Ficaram sentados ali, sorrindo, comendo pastéis e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falar um com o outro.
Quando começou a escurecer o menino, cansado, resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. Nesse momento, o velhinho deu-lhe um grande sorriso... o maior que o menino já havia recebido.
Quando o ele entrou em casa, sua mãe, surpresa, ao ver a felicidade estampada em sua face, perguntou:
_ O que você fez hoje que o deixou tão feliz assim?
Ele respondeu:
_ Passei toda tarde com Deus e, acrescentou: Você sabe, Ele tem o sorriso mais lindo que eu jamais vi outro igual.
Enquanto isso, o velhinho chegou à sua casa com o mais radiante sorriso que despertou a atenção de seu filho que lhe perguntou:
_ Por onde você esteve que está tão feliz?
E o velhinho respondeu:
_ Comi pastéis e tomei guaraná, na praça, com Deus.
Antes que seu filho pudesse dizer algo, falou:

_ Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?

Imagem (foto) retirada do Google

Receita caseira para dor de ouvido



Sabe aquelas dica que sempre nossas avós e mães nos passavam e que hoje quase não lembramos. Tudo bem, não é nossa culpa, com as facilidades de remédios, médicos, antibióticos, acabamos se esquecendo de algumas dicas importantes para socorrer os pequenos antes de correr para o médico e que ajudam (e muito) a aliviar a dor de ouvido das crianças.
Segue abaixo dicas caseiras que você pode estar utilizando e que funcionam, foi minha mãe, minha avó, vizinhas, sogras que me ensinaram.

Aqui vale um alerta importante: ESSAS DICAS SÃO PALIATIVAS PARA ALIVIAR AS DORES DAS CRIANÇAS, PROCURE UM MÉDICO IMEDIATAMENTE APÓS PERCEBER A DOR DE SEU FILHO.
Receita 1
Flor Trombeta


Esquentar bem essa flor e, com ela quentinha, espremer dentro ouvido para caírem as gotinhas. Cobrir muito bem o local com um pano quente ou com bolsa de água quente.
Atenção: nunca coloque nada muito quente no ouvido do seu filho, você quer ajudá-lo e não queimá-lo (tenha bom senso).

Receita 2
Arruda

Esquente um pouco de folhas de arruda e uma colher de azeite de oliva, coar esse óleo e colocar em um algodão. Deixar dentro do ouvido da criança.
Atenção: nunca coloque nada muito quente no ouvido do seu filho, você quer ajudá-lo e não queimá-lo (tenha bom senso).

Receita 3
Arnica


Esquente um pouco de folhas de arruda e uma colher de azeite de oliva, coar esse óleo e colocar em um algodão. Deixar dentro do ouvido da criança.
Atenção: nunca coloque nada muito quente no ouvido do seu filho, você quer ajudá-lo e não queimá-lo (tenha bom senso).


Receita 4

Se a dor chegar repentinamente a noite e você não tiver nada para acalmar, esquente um pouco de azeite de oliva (que deve estar no armário da cozinha), molhe o algodão, esprema o algodão para tirar o excesso, e com ele ainda quentinho, coloque dentro do ouvido da criança, sem espremer, cobrir imediatamente com um pano quentinho.

Receita 5
Dar um analgésico para a criança, como Tylenol, Dipirona. Eu usei no primeiro dia que percebi a dor do Júnior o remédio Cetoprofeno 20mg/ml sabor morango, em gotas, foi bem tranquilo coloquei no leite e dei a mamadeira (ele dormiu a noite inteira sem dor e sem febre), e, logo de manhã levei ele no médico, para minha surpresa o médico falou que a inflamação estava “pequena” e que não precisava tomar antibiótico. Que poderia ter sido resultado do remédio e pediu para eu continuar com ele por mais 5 dias. Até hoje uso esse remédio quando vejo que a dor de ouvido ou o pus começa a querer tomar o ouvidinho dele.
Pergunte ao seu pediatra o que ele acha, pois comigo está sendo maravilhoso.

Muita atenção: Essas receitas são apenas dicas para amenizar a dor enquanto você não consegue buscar ou localizar seu pediatra. Nunca deixe de consultar o pediatra de seu filho.
Para saber mais sobre dor de ouvido, como ela começa, o que acontece e seus principais problemas clique no post: DOR DE OUVIDO
Abraços

Higiene Nasal


Como limpar o nariz de seu filho.
Você sabia que muitas doenças de nossos filhos, como dor de ouvido, garganta, congestão nasal, ronco, noite mal dormida, entre outras, é divido a falta de higiene nasal?
Sempre escovamos os dentes das crianças, o Júnior escova geralmente 3 vezes ao dia, mas e o nariz dele? Muitas vezes eu esquecia, e só dava atenção quando ele estava doente. Um erro enorme.
Desde que comecei um tratamento com ele na otorrino pediátrica, a primeira recomendação foi a limpeza nasal.
Comecei imediatamente e fiquei mais tranquila com a respiração fluindo bem e o ronco sanado.
Abaixo segue um editorial que achei maravilhoso sobre HIGIENE NASAL, e quero compartilhar com vocês. Trata-se de um comentário do laboratório ACHE.

Sua criança respira melhor com a higiene nasal
A higiene nasal é essencial para a respiração adequada de sua criança, e seu pediatra tem orientações importantes sobre ela.
Para você ter uma ideia da importância desse assunto, o nariz tem muitos efeitos positivos sobre o ar que você respira e talvez você os desconheça.
O nariz regula a temperatura do ar inspirado, filtra e remove partículas umidifica o ar e o defende contra infecções.

Como fazer a higiene nasal?
Há várias coisas que você pode fazer para ajudar a manter seu nariz saudável. A mais importante delas é efetuar corretamente a higiene nasal.
Tal procedimento vai ajudar a manter seu nariz úmido, prevenindo sangramentos, ressecamentos e a descamação NASA. Também ajudará a evitar o gotejamento nasal, o que obriga a assoar o nariz com frequência.

Dicas para uma higiene nasal adequada
Use cloreto de sódio em spray diariamente, um maravilhoso é o SORINE SSC.
Para impedir que as bactérias sejam reintroduzidas no nariz, mantenha o frasco sempre limpo.
Considere o uso de um umidificador em casa, isso se seu nariz resseca com facilidade ou se ocorrem hemorragias nasais frequentes.
Evite a manipulação manual excessiva de seu nariz e narinas. Esfregar as narinas e mesmo passar tecidos ou dedos nelas agrava a irritação NASA, a secura e o sangramento do nariz.

Sempre consulte o pediatra ou otorrino pediatra do seu filho.
Abraços

Febre Infantil

Febre Infantil, você sabe lidar?
A febre infantil sempre foi uma assombração para mim, sempre, mas sempre mesmo, fico desesperada com febre e não adianta conversar comigo, eu sempre vou me apavorar.
Mas talvez esse meu pavor que me faz pesquisar, achar soluções e pode ter certeza, aprender a abrandar a febre toda vez que o Júnior adoece.
Pois bem, recebi uma publicação do Aché e achei bem interessante, vou compartilhar com vocês.

FEBRE PAVOR DE TODA MÃE.






1 - Você sabe o que fazer?
Entre os diversos sintomas que podem ser observados quando uma criança adoece, a febre é um dos mais angustiantes para as mamães (e para os papais também!). A febre altera o comportamento da criança, deixando-a apática, pouco ativa, chorosa, irritável, aumentando o número de movimento respiratório e o de vezes que o coração bate por minuto.

2 – Quando entrar em alerta
·         Picos de febre acima de 39,5 ºC, especialmente se acompanhados por calafrios.
·         Febre com duração superior a 72 horas.
·         Febre que reaparece após um período afebril de mais de 24 horas.
·         A criança parece estar muito abatida ou gemente.
·         Erupções na pele ou qualquer outro sintoma.
Nesses casos, não hesite em estar em contato com o pediatra (mesmo que a criança tenha sido examinada recentemente)
Dica: meu filho, em julho desse ano, teve febre de 40,5ºC, ele começou a ter alucinações, não fala nada coerente, já tinha dado antipermico e ao fez efeito, o médico estava com ele a menos de 3 horas, ele estava tomando antibiótico e não fazia efeito, entrei em pânico, comecei a rezar, mas não deixei de tomar as atitudes corretas, abaixo segue algumas dicas, siga e faça o que for necessário para seu filho.

3 – Lidando com a febre
Além de antitérmicos, são úteis as seguintes medidas durante a febre:
·         Mantenha a criança em quarto ventilado e em repouso relativo.
·         Ofereça Líquidos, como água e chá, generosamente, mas sem forçar.
·         Alimente a criança de acordo com o apetite, sem insistir, pois ele pode vomitar agravar a situação.
·         Banhos de imersão: use água morna (temperatura um pouco inferior à da criança). Prolongue o banho por pelo menos 10 minutos ou mais, deixando a água esfriar lentamente e sempre ao lado da criança, ela pode desmaiar (lembre-se ela está doente). Ao mesmo tempo, se for preciso, coloque compressas com panos frios na testa da criança.
·         Nunca coloque álcool no corpo da criança ou na água do banho, pois há perigo de INTOXICAÇÃO.
·         Sempre que surgirem tremores, suspenda o banho e agasalhe moderadamente a criança (roupas suaves, não podemos deixara temperatura subir).
·         Nunca coloque uma criança que está tendo convulsão em banho de imersão.

Consulte sempre seu pediatra, não deixe seu filho sofrer com os sintomas da febre.
A febre é um alerta do corpo para nos dizer que tem algo errado.
Fique atenta!!!
Abraços


Apresentando o seu bichinho de estimação ao seu bebê


Eu passei por isso.

Tenho uma boxer fêmea, que amamos, estava conosco a 3 anos quando o Júnior chegou em casa. A chegada do bebê é um momento emocionante e agitado para todos, inclusive para seu animal de estimação.

Eu sempre soube que meu filho e meu cachorro seriam amigos, e são, hoje o Júnior com 3 anos brinca com a Kitty como se fossem “amigões”. Mas teríamos uma período de adaptação.

Escutei muita coisa de várias pessoas, entre elas a campeã no ranking era que meu animal de estimação “ia comer meu bebê”, é verdade!!

Pois bem, vivemos muito bem, o Júnior e a Kitty se adoram, ela protege ele a todo o momento, fica desesperada quando ele cai e chora, na hora de ir para a escola o Júnior beija e abraça a Kitty e fala “já volto minha amiga, vou para a escola”. É linda a cena. Quando viajamos ele sempre menciona que sente saudades da Kitty.

Se você tem um animal não se desfaça dele por causa da criança, pode ter certeza crianças que convivem com animais são bem saudáveis.

Siga algumas dicas para a boa convivência da família.

A primeira coisa que fiz, foi levar a Kitty ao veterinário, fiz todos os exames necessários para bem da saúde dela e do bebê que estava na minha barriga.

Em seguida castrei a Kitty, ela ficou mais dócil e amiga. Essa opção foi a mais sensata para mim e minha família, pois não queríamos criar filhotes dela, acho um absurdo pessoas que colocam os cachorros para “cruzar” e depois vendem sem saber se as pessoas estão cuidando ou não. Bom... esse é outro assunto.

Fale com o pediatra de seu filho (é bom você ter alguém desde o inicio para ser seu “mentor”), comente sobre seu animal e solicite a opinião dele.

Se você puder contrate um treinador, se seu cachorro for levadinho, vale a pena o investimento.

Se em casa vocês brincam com o cachorro de morder, correr, disputar brinquedos, é melhor começar a repensar sobre essas atitudes, pois o cachorro vai brincar assim com o bebê e com os brinquedos do bebê.

Comece a treinar seu animal de estimação para ficar do seu lado, calmo, sem se levantar, apenas após seu comando o mesmo deve ir para seu “colo”.

Nunca mostre ansiedade ao animal, isso afetará seu objetivo.

 Incentive amigos com crianças a visitar sua casa. Assim seu animal de estimação vai se acostumar com gritos, empurrões, corridas na casa, etc.

Quando estava grávida assistia a muitos canais de “educação infantil e comportamentos”, colocava a Kitty (minha boxer) para ver os programas comigo, assim ela foi se acostumando a choros, gritos, ruídos diferentes do que ela estava adaptada. Pode ter certeza, isso ajuda muito, lembro-me da Kitty desesperada quando os bebês choravam na TV, ela ia até a tela e lambia a televisão, nesse dia tinha certeza que quando o Júnior nascesse eles seriam grandes amigos.
Se seu animal tem espaço livre pela casa, limite o quarto do bebê, é mais higiênico e seguro. A Kitty andava a casa toda, quando estava com 6 meses de gravidez, comecei a colocar os portões de segurança (aqueles que ajudam a segurar a criança e os animais), assim ela já foi se acostumando a alguns ambientes e respeitando os que não podia circular. Ela ficou muito mais educada e sensata. Até hoje se deixamos o portão aberto ela NÃO ENTRA SEM NOSSO COMANDO.

Outra tática que usei foi de deixar uma boneca com roupa de bebê no quarto do Júnior, as vezes circulava com a boneca nos braços e a Kitty ficava muito curiosa para saber o que eu estava carregando, e sempre dizia a ela “Silencio é o bebê, não late”. Deu certo, quando o Júnior nasceu mostrei meu bebê  a Kitty com 4 dias de vida e ela não latiu, apenas olhou, virou de costas e foi embora. Acho que no inicio ela não gostou, ficou triste. Mas brincávamos com ela e com o tempo (menos de 1 mês) a Kitty voltou ao que era antes.


Planeje você tem tempo para isso e os animais são muito inteligentes, você vai se surpreender com a amizade que vai nascer de seu filho e seu animal.


Obs.: se você tem gato converse com seu obstetra, pois ele pode ser transmissor de toxoplasmose, mas vale lembrar que a toxoplasmose pode ser mais contagiosa para a grávida quando a mesma manipula CARNE CRUA, COME CARNE MAL COZIDA. Hábitos de higiene com seu gato, como limpar a caixa de areia todos os dias (peça para alguém fazer isso, ok? Ou use luvas), já ajuda a evitar a doença. Não se desfaça de seu animal, procure soluções fáceis e inteligentes.

Abraços


ALERTA: acidentes que poderiam ser evitados

Resolvi postar essa reportagem como um alerta, pois fiquei pasma ao receber através de um jornal informações e números reais, dos acidentes com crianças que não usam a cadeirinha no banco traseiro dos carros e outros itens de segurança.

Ø       95% dos carros que entram nos estacionamentos dos shoppings as crianças não estão nas cadeirinhas ou assentos de proteção.

Ø       Em 2001, 7000 crianças morreram por lesões não intencionais em acidentes (crianças até 14 anos de idade).

Ø       Aproximadamente 40 mil crianças ficaram com alguma incapacidade física PERMANENTE.

Ø       Cerca de 140 mil crianças foram internadas devido aos acidentes.

Ø       Aproximadamente 1.150 crianças morreram atropeladas, terceiro lugar no ranking de mortes.

Ø       Cerca de 800 mortes por quedas (sabemos bem que muitas poderiam ser evitadas com redes de proteção).

Ø       Afogamento está em segundo lugar com 2000 mortes (e para evitar basta ficar atenta a criança, piscina é lugar de lazer, mas também de cuidados redobrados).



Vocês sabiam que existe uma lei onde crianças menores de 10 anos de idade não podem andar sozinhas nas ruas? Pois bem, nem eu sabia. E muitos pais ainda ignoram essa informação.

Nosso Estado deveria investir em campanhas de esclarecimento e conscientização dos pais e responsáveis.

O Brasil possui índices altíssimos de morte de crianças por desleixo e não zelo a criança.

Porém cabe a nossa parte de responsabilidade, pois devemos lembrar que as crianças devem ser protegidas pelo Estado, mas principalmente pela consciência de SEUS PAIS.

Fonte: Ministério da Saúde e ONG Criança Segura.

Dicas para viajar com seu bebê nas férias


Em janeiro fiz duas viagens com meu filho e marido, cada qual para lugares diferentes, um para o interior de SP de carro e outro para a praia no Nordeste de avião. E realmente as necessidades são diferentes para cada lugar, bem como os profissionais e produtos diferem de Estado para Estado.

Levei nas duas viagens bagagem em excesso para o Júnior, mas tudo bem, acho que estou em fase de aprendizado, alias era nossa primeira viagem.

Mas aprendi que calma, paciência, flexibilidade, humor e muita brincadeira seguiram conosco as férias inteira.

Abaixo segue algumas dicas do que levar, o que evitar e exemplos reais dos acontecimentos de nossas férias.

1 – Estrada (mantenha a cabeça fria e muita calma)
Se você acha que cuidar de seu filho em casa já requer cuidados, você vai ver na hora que pegar a estrada. Não tenho o que reclamar do meu filhote, ele agüentou firme 8 horas de estrada, mas confesso, ele em dois momentos, na ida e na volta resolveu chorar, gritar, vomitar (excesso de mamadeira que dei a ele). Na estrada temos que ter tudo em mãos, alimentação, fralda, lenço umedecido, pomada de assaduras, água (muita água), brinquedos, coberta fina, 2 trocas de roupas, entre todos os itens que seu bebê já utiliza no dia a dia, mas vale uma dica muito importante, nos postos de gasolina os trocadores são péssimos, parei em postos de grandes redes, e todos eles sem exceção não tinham papel para forrar o trocador. Inclusive em um dos trocadores encontrei “sujeirinha” de outro bebê, que a mãe não limpou (essa é a parte mais feia). Comprei aqueles rolos que os médicos colocam na mesa para consulta médica e cortei o tamanho de 2 metros, não foi exagero, pois em alguns momentos o Júnior se assustava ou se mexia no trocador e ele enrugava, mas com certeza, em nenhum momento ele ficou em contato com os trocadores. Outro fator desagradável eram trocadores muito duros, de plástico sem qualquer colchão, então vale a dica de levar uma fralda grosa, proteger a cabeça do bebê, vale também um travesseiro pequeno.


2 – Saídas para a rua, shoppings, bares, casa de amigos.
Você não está em casa, não está no ambiente do bebê e nem tudo está a seu alcance. O conforto de seu lar sumiu. Alimente o bebê antes de sair de casa e troque a fralda também, pode ter certeza que de 2 a 3 horas você vai ficar mais tranqüila. Leve na bolsa a água quente (em pequena garrafa térmica) ou garrafa de água em temperatura ambiente e as doses já separadas da mamadeira. Muitas lojas vendem os separadores de dosagem de leite em pó, é super prático e tem capacidade para até 03 mamadeiras. Na hora de trocar a fralda muitos shoppings já possuem a área reservada que são os chamados “Espaço Família”. Se estiver na casa de amigos peça para utilizar a cama de um quarto e nunca de esqueça de levar todos seus apetrechos para as trocas. Existe bolsas de bebê que possuem os trocador fixo na bolsa, é bem bacana, pois é só abrir uma lateral e já tem 70 cm de bolsa extra para o bebê deitar em cima, usei muito essa bolsa para o Júnior.

3 – Trocar fralda no avião.
Realmente achei que isso é IMPOSSÍVEL, até acontecer comigo. O Júnior na viagem de retorno para casa precisava trocar a fralda, alias o xixi vazou na roupa toda e ele abriu o berreiro. Pois bem, lá fui eu com a fralda na mão, lenço umedecido na outra e a pomada. O banheiro não cabia nem as minhas pernas, quanto mais um bebê no colo da mãe e um bebê de 1 ano e 4 meses com 87 cm e 13 quilos. O que fazer para distrair ele, não pensei duas vezes deixei ele em pé no meu colo brincando de “tentar abrir a torneira” e tirei o shorts, tirei o body, passei o lenço, passei a pomada, me sujei junto, coloquei a fralda em pé, ficou torta, mas estava valendo, coloquei novo body, novo shorts e ufa!! Em recompensa apertei o botão da água e deixei-o brincar um pouco, enquanto eu passava outro lenço no meu rosto, por que o banheiro ficou quente, muito quente. Confesso, foi a parte mais difícil da viagem, o banheiro é muito apertado, o bebê não para quieto e tem muita coisa na vista deles, como os lenços de papel e o papel higiênico que o Júnior queria tirar e ficar jogando no chão. Deu para suar.

4 – Sono repentino.
Acontece em qualquer lugar. Na estrada, no restaurante, na casa de amigos (ai fica mais fácil), no avião, no aeroporto. Esteja preparada e com os braços descansados, pois com certeza ele vai adormecer no seu colo. Se dormir no carro, como aconteceu comigo, não tire da cadeirinha, deixe dormir sentado, se estiver com dó pare no posto de gasolina – ESTACIONE – coloque ele no banco, mas PARADOS em segurança. Na casa de amigos peça um lugar para colocá-lo, atenção, não deixe o bebê na cama ou sofás, eles podem virar e sofrer uma queda violenta. Lembre-se que a primeira parte do corpo de um bebê que bate no chão é a cabeça. Atenção a cobertores, almofadas, travesseiros e qualquer coisa que pode sufoca-lo. Você não está em casa, no seu lar protegido e preparado, está na casa de colegas que não tem a obrigação de ter um quarto igual ao que você possui. Cabe a você a segurança do seu filho.

5 – Sustos nos ambientes com muito movimento, sons, barulhos estranhos.
Isso pode acontecer, muitas crianças são tão protegidas pelos pais que quando chega ao aeroporto, hotel, igrejas, acabam tendo um pequeno “surto” de choro. Mantenha a calma. Você não tem quem ter vergonha do choro do seu filho, todas passam por isso, por mais que digam “meu filho é um amor”, com certeza já passaram pelo mal-humor ou pequenos “surtinhos” dos filhos. Concentre-se apenas no seu filho, não ligue para os olhares e pequenos comentários. Cuide de seu bebê. E estiver na igreja ou palestra, sente no fundo, você terá a “válvula de escape” – A PORTA!!

“Lembre-se sempre: A MENOR PESSOA DA CASA É A QUE EXIGE AS MAIORES TAREFAS”.

Leve sempre com você, seu bebê pode precisar:

*       Mudas de roupas;
*       Camiseta extra para você
*       Chapéu infantil
*       Protetor solar (muito protetor) levei em creme e spray e reaplicava a cada 2 horas ou toda vez que meu bebê ia para  a piscina ou mar, foi tudo 100%. Pele douradinha e sem vermelhão.
*       Garrafa para água
*       mamadeira
*       Doses de leite em pó
*       Fralda de pano para cobrir o bebê, principalmente se ele dormir na espreguiçadeira da piscina;
*       Lanchinho (se ele já comer sólidos), eu levei aquelas papinhas prontas
*       Creme de assadura
*       Álcool em gel (você vai usar)
*       o brinquedo favorito para dormir e outros para colocar na piscina (acredite meu filho pedia a bolinha de outro bebê para brincar na água, no dia seguinte levei a dele);
*       Saco para colocar fralda suja ou roupas sujas;
*       Fralda de piscina
*       Fralda comum
*       Lenço umedecido
*       Chupeta (se ele usa)
*       Dados do pediatra, você nunca sabe quando vai precisar ligar e perguntar alguma coisa.

O resto faz parte de você mamãe, leve o que for necessário para seu filho, deixe de levar para você, mas abra espaço na mala para ele.

Consulte sempre seu pediatra, ele faz parte da vida de seu filho.

Abraços

Perigos no Carro

Recentemente foi estabelecido pelo Código Brasileiro de Trânsito (CBT), determinou que o uso da cadeirinha para bebês e crianças é obrigatório, e o seu não cumprimento acarretará em sete pontos, pois é considerada infração gravíssima e multa de R$ 191,54. (dados do ano de 2010).

Não é raro observar que muitos pais não aderiram às cadeirinhas para as crianças.

Todos as crianças até 7 anos e meio devem utilizar essas cadeirinhas ou assento de elevação, conforme instruções abaixo:

  • Até 1 ano de idade: Bebê conforto, voltado para o vidro traseiro de costas para o motorista.
  • De 1 a 4 anos: Cadeirinha que deve ficar voltada para a frente do veículo, na posição vertical.
  • De 4 anos a 7 anos e meio: Assento de elevação ou Blooster e cinto de três pontos.
  • A partir de 7 anos e meio: Cinto de segurança normal no banco traseiro.


Mas outros fatores devem ser levados em consideração quando colocarmos as crianças no carro.

1 – Montar de forma correta o assento
Muitos assentos não cabem em bancos de alguns carros, ou outras cadeirinhas possuem sistemas tão modernos que não se acoplam em cintos e nos banco. O mais comum é os pontos de fixação da cadeirinha não coincidir com os assentos e cinto de segurança dos carros. Fique sempre atento a essa situação, verifique antes de comprar para não deixar as cadeirinhas “folgadas”. Leve seu carro com você para a compra, faça o teste da cadeirinha, alias trata-se de um produto que possui um preço considerável. Em um estudo pelo Instituto de Seguros Highway Safety verificou-se que a cada 10 carros do modelo popular, apenas três as cadeirinhas se encaixaram corretamente sem nenhuma dificuldade.

2 – Materiais soltos no carro
Já presenciei uma criança que recebeu uma pasta de trabalho na cabeça por que estava no banco de trás e a pasta solta no banco traseiro.
Não é raro eu ouvir de um parente que é médico sobre crianças que se machucaram com o “lixo” que mantemos nos carros, como ferramentas, bicicletas, bolsas, malas, skate, e até o cachorro. Claro que muitas vezes temos e se faz necessário carregar esses utensílios, mas para que os acidentes não ocorram ou pelo menos sejam amenizados, devemos colocar aquelas redes de proteção (vendidas em lojas de assistência a carros), assim “seguramos” os objetos que poderiam ter sido arremessados em uma freada brusca.
Os animais de estimação, inclusive para a segurança deles, devem ser transportados em gaiolas (caixas) especiais e colocados no chão do carro.
Mochilas e brinquedos serão “menos agressivos” se colocados no chão, embaixo do banco dos carros.

3 – Não utilizar cinto para maiores de 7 anos e meio
Muitos pais se preocupam com os bebês e crianças pequenas, mas acabam negligenciando com os mais velhos. O não uso do cinto de segurança aumenta em 65% a chance de ocorrer um acidente com ferimentos. E muita atenção ao uso correto do cinto de três pontos, pois cintos apenas abdominais podem lesionar os órgãos internos da criança, bem como não segurar a região do peito e levar a criança a bater a cabeça contra o objeto na frente, que pode ser o seu banco.

4 – Cinto abdominal e cinto de três pontos
Muitos carros aqui no Brasil ainda possuem cinto de três pontos nas laterais e no centro o cinto mais simples abdominal. Se essa for a opção de seu carro, e você tiver que colocar 03 pessoas no banco de trás, não hesite, use o cinto abdominal, com certeza ele será melhor do que manter a pessoa ou criança solta no banco de trás.

5 – Deixando crianças no banco da frente
Não é porque seu filho não precisa mais do assento de elevação que ele necessariamente pode andar no banco da frente. Os airbags são um perigo para as crianças, pois eles inflam com muita violência e assim pode machucar adultos pequenos e pior ainda com as crianças. Mantenha todas as crianças com menos de 14 anos no banco de trás, é muito mais seguro.

6 – Discar em quanto você está dirigindo
Com certeza você já sabe que isso é proibido, pode ocasionar em acidente grave e muitas vezes fatal. Mas por que algumas pessoas ainda insistem? Triplica-se a chance de ocorrer um acidente no caso de estar se falando ao celular. Existe fiscalização, porém muito precária para o número de infrações diárias. Então aqui cabe a sua consciência e principalmente o seu exemplo de EDUCAÇÃO EM TRÂNSITO que quer passar ao seu filho.


7 – Desafivelar o bebê para amamentá-lo.
Sei que é muito “dolorido”, digo até insuportável escutar o bebê chorar e você naquele momento não poder fazer nada, e, mas se você for o passageiro não tire a criança da cadeirinha para alimentá-la ou dar conforto. Procure um lugar tranqüilo para parar o carro, faça pausas na estrada se estiver com o seu bebê, o deixe engatinhar, caminhar, se esticar. Lembre-se metade dos acidentes com crianças são devido às freadas bruscas, e onde não existe maneira de segurar um bebê/criança.



8 - Deixar crianças sozinhas no carro
Inacreditável mas eu estava em uma loja de carros, e o vendedor comentou que naquele mês uma criança tinha entrado no carro, ligado e o carro saiu em disparada, a tempo de atropelar alguém e pior ainda, bateu na parede e a criança ficou ferida. Depois disso comecei a reparar quantas crianças são deixadas no carro, enquanto a mãe vai pegar um “pãozinho”, ou desce para sacar dinheiro em caixa eletrônico, “coisinhas” rápidas, mas que podem ocasionar perigo constante. Muitas crianças são estranguladas no vidro elétrico do carro, muitas vezes o carro está desligado, mas o simples fato de estar com a chave virada uma posição já deixa os comandos de vidros e portas disponíveis para a criançada. Outro fator grave é que cerca de 30 crianças morrem de insolação por terem sido deixadas no carro com os vidros fechados. Solução: Não deixe criança sozinha no carro, se preciso deixar por um instante, leve com você, é seu filho, não o abandone e não os coloquem em situação de perigo.

Boa sorte! Boa viagem!
E nunca se esqueça de conversar com seu pediatra se surgir alguma dúvida sobre posição das cadeiras, assentos, cinto de segurança.